sábado, 7 de janeiro de 2017

Ouro comestível. Como é feito?


É possível que não se encontre nenhum sentido em comer ouro, mas é um dos ingredientes de maior prestígio na gastronomia de muitos países. Comer ouro? Sim. Já que serve para decorar bolos, tortas e os mais refinados e saborosos pratos.

O ouro de 24 quilates é um metal isento de sabor, não contém produtos químicos e sua textura ao paladar é macia. Mas é óbvio que se pergunte se não tem razão, para que usar na cozinha? Pois bem, basicamente pelas suas qualidades estéticas e o glamour que confere as pratos que servem as cozinhas de luxo. Consumir pratos elaborados com ouro confere ao comensal um status de privilégio.

Há séculos algumas culturas vêm cobiçando o ouro não somente por seu brilho e pureza, mas também por seu significado na alimentação, o ato simbólico de ingerir um material precioso.

Já no antigo Egito se fabricavam pães de forma cônica que continham ouro em pó ao que se atribuíam um importante significado religioso.

Na cultura hebraica encontramos em documentos como a Bíblia a existência de uma espécie de pão chamado maná, ao parecer herança dos egípcios ao povo de Israel. Conta a história que o maná foi confeccionado numa ocasião por um ferreiro, seguindo as instruções de Moisés. O pão era fabricado com ouro triturado num dispositivo e reduzido a pó.

Nenhum comentário:

Postar um comentário