quarta-feira, 26 de abril de 2017

DICAS PARA UMA CHEESECAKE PERFEITA

- O que é uma cheesecake?
Apesar de uma cheesecake poder ser salgada (e servida com biscoitos como aperitivo) a maioria de nós pensa no termo como uma sobremesa deliciosa. A textura pode variar muito - de leve e aerada a densa e rica ou a suave e cremosa. Todos as cheesecakes começam com queijo - geralmente cream cheese, ricotta, requeijão ou às vezes até queijo suíço ou cheddar. A cheesecake pode ou não ter uma base crocante que pode ser de pão ralado, biscoitos ou de massa. A massa é feita com queijo batido até ficar cremoso, a que se juntam ovos, açúcar (para sobremesas) e outros aromas. A mistura é então vertida numa forma de armar e cozida. Após a cozedura a cheesecake é desenformada e levada à geladeira e depois de gelada - geralmente - é coberta com chantilly, calda de frutas ou outro tipo de cobertura.

- O que é o Cream Cheese?
Graças aos norte-americanos o cream cheese - ingrediente mais popular para a cheesecake - foi desenvolvido em 1872. A denominação vem da textura suave e cremosa deste queijo para barrar. É feito de leite de vaca e por lei deve conter pelo menos 33% de gordura e não mais de 55% de umidade. A goma-arábica é adicionada a alguns queijos-creme para aumentar a firmeza e o tempo de vida.
Há outros tipos de cream cheese light no mercado, com pouca ou nenhuma gordura, que têm menos calorias.
O cream cheese também é vendido misturado com outros ingredientes, como ervas, especiarias ou frutas. Guarde o cream cheese na geladeira e consuma no espaço de uma semana após a abertura. Descarte se surgir qualquer bolor à superfície.

- Como amaciar mais o Cream Cheese?
Retire o queijo da embalagem original, coloque-o numa tigela que possa ir ao microondas e ligue-o na potência máxima entre 30 a 45 segundos.

- Para uma perfeita Cheesecake:
A forma mais comum é de armar e com aro e base removíveis. Entretanto algumas receitas são preparadas em forma fixa.
Evite bater a massa em excesso. Isso incorpora mais ar e tende a causar fissuras na superfície da cheesecake.
Para um bolo marmoreado ou para uma melhor distribuição interior de ingredientes, como lascas de chocolate ou nozes, não bata em excesso o cream cheese.
Evite uma cozedura em excesso: os tempos de cozedura nem sempre são exatos, devido as diferenças dos fornos. A cheesecake continua a cozer depois do forno desligado. O centro deve estar ainda ligeiramente bamboleante.
Depois de retirá-la do forno, passe uma faca a toda volta, a cerca de um centímetro de profundidade. Isso permite que o bolo se solte das paredes da forma enquanto esfria.
Depois de esfriar completamente, após algumas horas na geladeira, passe novamente uma faca em toda a volta até a base e cuidadosamente abra a mola da forma. Retire o aro. Se usar forma fixa, melhor desenformar ainda quente numa superfície que acomode completamente toda a base dela sem relevos.
As cheesecakes cozidas podem ser congeladas desde que sem coberturas. Deve deixá-las esfriar totalmente e embrulhá-las ou cobri-las bem com película plástica. Quando for servir, deixe descongelar e só depois faça a cobertura.

Mais Dicas de Sucesso para Cheesecakes:

PREVENÇÃO DE RACHADURAS
A queixa mais comum é que se abrem rachas no meio do bolo, durante ou após a cozedura.

- Para evitar que a superfície rache:
Cozinhe o bolo em banho-maria para manter altos níveis de umidade no forno e um calor suave.
Não cozinhe em demasia a cheesecake. Para ficar na perfeição, ficará com a massa do meio ainda mole. A textura irá aumentar enquanto esfria.
A cheesecake encolhe enquanto esfria. Unte as laterais da forma antes de verter a massa na forma. Isso vai permitir que o bolo se afaste mais facilmente das laterais enquanto esfria, evitando a pressão sobre o centro que pode contribuir para formar as rachaduras.
Outra das razões que levam as cheesecakes a racharem é por terem ar no interior da massa, em consequência do excesso de tempo de mistura.
Uma vez no forno a bolha de ar expande e tenta escapar do bolo. À medida que encontra o seu caminho para fora cria uma fenda na superfície.
Outra causa de uma superfície rachada é uma mudança drástica de temperatura.

- Outras formas de prevenir que a cheesecake rache:
Certifique-se de que a massa fique bem misturada eliminando todos os grumos possíveis de queijo antes de juntar os ovos. São os ovos que vão adicionar ar na massa, por isso deve adicioná-los no fim, batendo o menos possível depois de estarem incorporados com o queijo.
Finalmente, cozinhe lentamente – no máximo a 160 graus.  Após cerca de 45 minutos, ou um pouco mais dependendo dos fornos, desligue o forno e deixe a cheesecake dentro do forno desligado por mais uma hora. Alguma receitas igualmente bem sucedidas demandam temperatura e tempo superior.
Depois de retirar do forno, coloque a forma sobre um tabuleiro invertido para retardar o resfriamento. Só depois de frio pode refrigerar a cheesecake, o que deverá fazer durante  4 a 6 horas.
Se depois de tudo isto ainda aparecer alguma rachadura, pode fazer uma cobertura para disfarçar a imperfeição.

- Cozinhar a cheesecake em banho-maria:
O banho-maria faz-se usando um recipiente com água onde caiba a forma do cheesecake. Deve proteger a base e as laterais da forma da cheesecake enrolando-a bem com papel alumínio para evitar que a água entre em contato com a massa.
Coloque a forma já com a base e a massa dentro de um recipiente maior com altura suficiente para receber água até cerca de metade da forma da cheesecake, verta a água bem quente no recipiente maior e leve ao forno pré-aquecido.
Cozinhe a cheesecake como indicado na sua receita com o tempo de repouso. Quando estiver pronta, retire do forno e retire a forma do recipiente com água.
Deixe esfriar tal como já foi indicado e só depois leve ao refrigerador sem retirar o alumínio que protege a forma.
Retire o alumínio apenas na hora de desenformar a cheesecake e passá-la para o prato de servir. Já estará totalmente frio após 4 a 6 horas no refrigerador. Considere as receitas que recomendam virar ainda quentes.

*** DICAS MUITO IMPORTANTES ***

Cheesecakes com amido de milho ou farinha adicionada à massa não racham com a mesma facilidade por excesso de cozedura. As moléculas de amido vão colocar-se entre as proteínas do ovo impedindo-as de coagular em excesso. Alguns profissionais têm um truque na manga para garantir que uma cheesecake sem farinha trinque: simplesmente adicionam uma ou duas colheres (sopa) de amido de milho - maisena - ao açúcar, antes de misturá-lo na massa.
Não cozinhe a cheesecake a uma temperatura muito alta (recomenda-se entre 150ºC e 160ºC). As proteínas do ovo vão coagular em demasia devido ao excesso de calor e ao encolherem, ao esfriar, acabando por provocar rachaduras.

CONGELAMENTO:

A cheesecake pode ser congelada.
Para congelar coloque a cheesecake totalmente fria no congelador, sem o aro, apenas sobre a base, a descoberto, durante 1 hora. Passado esse tempo, retire a base, coloque-o sobre outra base (pode ser um cartão grosso envolvido em papel alumínio. Embrulhe toda a cheesecake com uma película plástica. Coloque dentro de um saco de congelar ou embrulhe com papel alumínio (papel alumínio sobre a película plástica). Coloque um rótulo com o nome e a data. Não deve congelar por mais de um mês para manter a melhor qualidade.
Não congele a cheesecake com cobertura. Adicione apenas antes de servir.

Para descongelar, retire a cheesecake do congelador e deixe descongelar dentro do refrigerador de um dia para o outro. Quando estiver na metade do descongelamento transfira para o prato de servir e mantenha na geladeira até completar o processo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Regras imprescindíveis do convidado perfeito

Comparecer ou participar de uma festa ou evento requer conhecer algumas regras de comportamento fundamentais para não fazer um papel ruim.

Como ser um convidado perfeito
É relativamente frequente receber algum convite para comparecer a uma festa, a um evento gastronômico, um lançamento de algum produto, a inauguração de uma exposição, etc. Como devemos nos comportar?

Eis algumas regras chave:

1. Pontualidade. Há muitos mitos e lendas sobre a pontualidade quando vamos a uma festa, evento ou celebração. A pontualidade é um gesto de cortesia e boa educação que um convidado deve ter com os anfitriões e com os demais participantes. Chegar tarde pode transmitir um desagrado tanto para os anfitriões como para os demais participantes. Tampouco é certo chegar antes da hora estabelecida. Os anfitriões sempre concedem um tempo de cortesia aos convidados mais “tardios”.

2. Traje. Habitualmente, na maioria dos convites a eventos ou celebrações, não se indica o tipo de traje a usar. Nesses casos, há que vestir de forma adequada ao evento, a hora do mesmo e o tipo de celebração ou festa. Não há que tratar de destacar, nem tampouco de passar muito despercebido. Tudo na conta certa.

3. Presentes. Quando falamos em festas e celebrações particulares é habitual levar um presente aos anfitriões - também é muito importante lembrar dos menores da casa, se for o caso. Não há que ter um presente desproporcional ou pouco adequado. Simplesmente é demostrar o agradecimento pelo convite, não há nada mais a demonstrar. O presente deve ser entregue no mesmo momento em que recebem os anfitriões. Não há que presumir nem contar a os demais convidados com o que se presenteou aos anfitriões.

4. Cumprimentos e apresentações. Ainda que, na maioria dos casos, os anfitriões são os encarregados de fazer as apresentações, colocar em contato os convidados entre si e abrir ou participar das conversações. Um bom convidado deve ajudar a “tornar fácil” esta tarefa, colaborando com ele. Pode fazer algumas apresentações de amigos ou pessoas conhecidas; pode receber ou atender alguns convidados se for pedido, etc. Um bom convidado deve estar disposto a colaborar. A forma de fazer as apresentações pode encontrar no artigo do portal - o mais jovem se apresenta à pessoa de mais idade, o homem se apresenta à mulher e o de menor hierarquia é apresentado ao de maior hierarquia.

5. Comportamento geral. Um convidado educado deve ser moderado na hora de falar, de beber, de comer, de opinar… a prudência deve ser a regra a seguir como norma de comportamento. S a esta importante norma se soma um pouco de senso comum e amabilidade, será um convidado exemplar. Agradeça qualquer detalhe, peça desculpas por qualquer erro ou “acidente-incidente” que tenha, por pequeno que seja.

6. Despedida. Não é correto “sair a francesa”. Ou, o que dá no mesmo, sair sem se despedir. Se a festa é com muitos convidados desconhecidos, ao menos despeça-se dos anfitriões. Se são poucos os convidados, precisa ser educados e despedir se de todos. A despedida deve ser breve. Não seja dos que sempre “estão saindo”, mas nunca termina de sair. em tampouco, dos que entretêm os anfitriões na porta de casa durante muito tempo. É um detalhe de cortesia agradecer aos anfitriões pelo convite e as atenções recebidas na hora de despedir se. Isto não exclui agradecer posteriormente de forma verbal, ou enviando umas flores.

Publicado  por http://www.alacartaparados.es em 04/09/2016

sábado, 7 de janeiro de 2017

Toda vida comemos tal coisa e nunca aconteceu nada!

Quando os cozinheiros e nutricionistas advertem e denunciam os efeitos negativos para a saúde de um produto, sempre recebemos mais de uma resposta como esta: ‘Pois toda vida esse alimento foi consumido e nunca aconteceu nada, minha avó comia e viveu até os 90 anos‘.

Então de onde vêm as atuais epidemias de colesterol alto, o aumento da incidência de câncer, a diabetes, a obesidade, a hipetensão, etc., etc.?. Pois, em sua imensa maioria, dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo da vida atual.

De modo que precisamos ser responsáveis com nossa alimentação e acabar com isso de “Toda vida comemos tal alimento e nunca aconteceu nada” Também acabar com mania de dizer, “é que se vamos olhar tudo não comeríamos nada”.

Bem, podemos aceitar a referência de nossos avós e concluirmos que o que eles comiam pouco tem a ver com o que nós comemos atualmente e para que tenham uma ideia, atualmente estão registrados mais de 2.500 aditivos (corantes, conservantes, aromatizantes, adoçantes…) que se agregam aos alimentos para que durem mais, para que tenham boa coloração, para dar um sabor artificial ou imitar o natural que perderam. Faz 70-80 anos os conservantes eram o sal, o vinagre… produtos naturais. Afinal de contas trata-se de comer natural e o mais saudável possível.

Realmente você acredita que o leite que tomavam nossos avós tem algo a ver com o que compras hoje no mercado? Praticamente nada ou muito pouco. Para começar nem sequer os supermercados existiam, até os anos 70 não começaram a aparecer os primeiros na Espanha em grandes cidades e até os 80 não se popularizaram como conhecemos hoje, faz apenas 30 anos. Antes se cultivava em horta própria, fazíamos trocas com os vizinhos para ter uma dieta completa e sobre tudo se cozinhava sempre em casa. Comprar alimentos pré cozidos, aquecer em microondas e pronto é o que há de acabar em nossas dietas.

Publicado por http://www.alacartaparados.es em 12/09/2016

Ouro comestível. Como é feito?


É possível que não se encontre nenhum sentido em comer ouro, mas é um dos ingredientes de maior prestígio na gastronomia de muitos países. Comer ouro? Sim. Já que serve para decorar bolos, tortas e os mais refinados e saborosos pratos.

O ouro de 24 quilates é um metal isento de sabor, não contém produtos químicos e sua textura ao paladar é macia. Mas é óbvio que se pergunte se não tem razão, para que usar na cozinha? Pois bem, basicamente pelas suas qualidades estéticas e o glamour que confere as pratos que servem as cozinhas de luxo. Consumir pratos elaborados com ouro confere ao comensal um status de privilégio.

Há séculos algumas culturas vêm cobiçando o ouro não somente por seu brilho e pureza, mas também por seu significado na alimentação, o ato simbólico de ingerir um material precioso.

Já no antigo Egito se fabricavam pães de forma cônica que continham ouro em pó ao que se atribuíam um importante significado religioso.

Na cultura hebraica encontramos em documentos como a Bíblia a existência de uma espécie de pão chamado maná, ao parecer herança dos egípcios ao povo de Israel. Conta a história que o maná foi confeccionado numa ocasião por um ferreiro, seguindo as instruções de Moisés. O pão era fabricado com ouro triturado num dispositivo e reduzido a pó.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Manteiga, fundamental na cozinha

A manteiga é um ingrediente fundamental em todas as cozinhas. Pode ser uma grande aliada, serve para pequenos truques, receitas e para dar um toque muito especial a nossos pratos. A seguir conto alguns deles. Prove estas formas de usar a manteiga, talvez não tenha experimentado e garanto não resistirá:

• Se você gosta de tostar o pão em frigideira, pode adicionar um pouco de manteiga ao pão. Além de crocante, conseguirá um pão muito mais saboroso.

• Talvez não tenha pensado, mas é incrível a diferença que pode fazer umas colheradas de manteiga num molho de tomate. Você nunca voltará a deixar a manteiga de fora de suas receitas de molhos.

• Perfeita para fritar ou saltear em frigideira, como base para molhos. Em qualquer receita que implique saltear cebolas, o melhor que você pode fazer é substituir uma parte do azeite por manteiga.

• Ideal para cozinhar massas para empanadas, quiches ou empanar ao forno. Juntar um pouco de manteiga ao recipiente evita que a massa fique pegajosa e se esfarele ou desmanche. Este é um truque de cozinha muito simples, mas útil.

Sua facilidade para fundir e untar, assim como seu delicado sabor e aroma, facilita e amplia seus usos culinários. Desde as tradicionais tostadas de pão com manteiga do café da manhã, até os molhos saborizados com ervas aromáticas que acompanham pratos com os mais variados ingredientes, a manteiga demonstra uma grande versatilidade.

Manteiga, fundamental na cozinha

A manteiga é um alimento benéfico na estimulação das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K e em sua biodisponibilidade. Em si, a manteiga contém vitamina D, que é essencial para a saúde de nossos ossos, já que aumenta a absorção de cálcio. Todos esses são essenciais para diferentes processos corporais metabólicos relacionados ao crescimento. A manteiga, além disso contém selênio que alguns estudos demonstram a redução do crescimento do câncer, mas estas afirmações ainda não são confirmadas.

A manteiga é rica em colesterol e alguns estudos estão demonstrando que não é tão mal para a saúde como as pessoas pensam. As enfermidades relacionadas com o colesterol alto se devem a um consumo excessivo de carboidratos simples. Em pequenas quantidades o colesterol dietético não é perigoso em ainda contribui com o desenvolvimento cerebral das crianças.

Publicado por http://www.alacartaparados.es em 16/10/2016

Normas de cortesia à mesa segundo os países

Normas de cortesia à mesa segundo o país que visitamos. Trara-se de dez normas de cortesia que em certos países se respeitam como algo habitual e que podem estranhar. Elas estão no portal www.lastminute.com e certamente algumas são bem conhecidas.

Quais são as regras de cortesia mais comuns nos países e como eles gostam que se comportem os turistas vindos de outros pontos do mapa?

Normas de cortesia segundo países

França: Não se pode usar a faca para cortar as folhas de alface de uma salada. A origem desse costume vem do passado quando os talheres eram de prata e o vinagre os oxidavam deixando escuros.

China: Arrotar depois de uma refeição para a quel você foi convidado é um símbolo de educação. Também acontece em outros países este mesmo costume.

Coreia do Sul: Não se deve começar a comer até que a pessoa mais idosa que esteja à mesa não comece. Uma tradição baseada no respeito às pessoas idosas.

Oriente Médio, Índia e alguns países da África: A mão esquerda, destinada a outras tarefas higiênicas não tão dignas, não se usa na refeição. Caso use, você deve pedir desculpas primeiro.

Japão: Para comer os macarrões é essencial fazer ruído ao aspira-los. Igualmente, nunca se deve encher uma taça de vinho (ou saque) se está só à mesa. Muito menos beber até que os demais presentes não tenham sua taça com vinho.

Armênia: Os que bebem a última taça de uma garrafa estão obrigados a pagar a próxima.

Portugal: Não se deve pedir sal ou pimenta. Quando te servem a comida, pedir em dos dois é acusar o cozinheiro de preparar sua comida sem sabor.

China: É indicativo de satisfação deixar alguma sobra no prato. Curioso porque em outros países é justamente o contrário.

Itália: Sobretudo pelos italianos, não podem ver como os turistas pedem um capuchino acompanhando de uma pizza ou de um prato de massa.

Publicado por http://www.alacartaparados.es em 11/09/2016

Como medir quantidades sem balança

É muito habitual que ao ler os ingredientes de uma receita vemos que a maioria deles vêm especificados em quantidades, ou seja em gramas. É exatamente aí que reside um dos problemas mais comuns da cozinha:

Como medir as quantidades se não temos uma balança ou recipiente de medir?

Geralmente fazemos tudo a “olho” mas o resultado da preparação não será ótimo, sobretudo em confeitaria.
Para tornar mais fácil aqui apresentamos uma lista para medir quantidades com razoável exatidão.

Medir açúcar ou sal:
5g: 1 colherinha (de café)
10g: 1 colher (de sopa) rasa
30g de açúcar: 1 colher (de sopa) cheia

Medir farinha:
10g: 1 colher (de sopa) rasa
25g: 1 colher (de sopa) cheia
100g: 1 xícara (de café)
200g: 1 xícara (de chá) rasa
250g: 1 xícara (de chá) cheia

Arroz
30g: 1 colher (de sopa)
250g: 2 xícaras (de chá)

Manteiga
20g: 1 colher (de sopa) rasa
30g: 1 colher (de sopa) cheia
100g: 1 xícara (de chá)


Publicado por http://www.alacartaparados.es em 13/09/2016