sábado, 15 de fevereiro de 2020

Ceviche Clássico e Seus Segredos


Não há dúvida que o ceviche é um prato Peruano. Porém, cada vez mais presente em nossa cozinha e muitas pessoas não só desfrutam dele saboreando, como também preparando em casa para suas famílias e amigos.

O primeiro é a temperatura do prato que vamos utilizar para a preparação do ceviche que deve estar muito frio.

Corte o peixe que vai utilizar em cubos de aproximadamente 1,5 cm de largura. O os melhores peixes para preparar o ceviche, são os de carnes brancas e pretas. Um peixe ideal é a corvina.

Não esprema completamente os limões. Esprema levemente utilizando 3/4 de seu suco.

Leite de tigre. Uma vez que temperado o peixe com sal, adicione a pimenta picada, coentro e cebola roxa. Só então, adicione o suco de limão para que cozinhe no ácido cítrico. Depois de uns 10 minutos, mexendo algumas vezes, o líquido resultante é o que se chama leite de tigre. Há quem diga que o leite de tigre excita a libido.

Para acompanhar o ceviche: milho cozido ou choclo (um tipo de milho com grãos muito grandes, típico das regiões andinas), milho assado, batata doce e mandioca cozidas.

O demais truques sobre como manter a crocância da cebola; que o suco de limão não amargue o prato, mas apenas adicione a justa acidez; assim como com o aroma da pimenta e sobretudo a qualidade e frescor do peixe.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Alho Negro: o que é?

O alho negro. Além dos seus usos culinários, sua relevância, ainda que modesta, tem mais a ver com suas propriedades antioxidantes e protetoras do sistema imunológico do que se atribuem, assim como a condição de energizante natural. Bem, poderia dizer que se trata de um desses "superalimentos" cuja visibilidade cada vez mais, resulta mais notória.

Os japoneses foram seus descobridores e eles são os mais convencidos dos seus benefícios que aporta um de seus principais componentes, a alicina. Na Espanha, faz muito pouco tempo que se produz e se comercializa alhos negros, mas o certo é que o "boca a boca" parece estar funcionando e não deixa de crescer o interesse por este produto.

O alho negro é o resultado da transformação de um fresco convencional através de um processo de fermentação natural a base de calor e umidade, que se controla ao longo de um período que pode ir de 20 dias a três meses.

“Como acontece com as uvas –prossegue–, ao fermentar acabam convertendo em passas de alho, perdendo a água de seu interior, mas conservando todas suas propriedades saudáveis e energizantes“. O alho negro possui elevada presença de oito aminoácidos essenciais para a saúde, que favorecem o correto funcionamento do organismo.

Seu aspecto
Alejandro Azanza vende este produto em vários formatos, já faz um ano. Traz nas mãos uma cabeça de alho negro e olhando, só se diferencia de uma normal pela coloração ligeiramente tostada e a textura seca da pele que o recobre. Com uma faca corta a cabeça pela metade e o aroma tão característico desta planta liliaceous se faz notar, mas não demasiadamente forte.

Na cozinha
No âmbito gastronômico, Ferran Adrià foi um dos primeiros cozinheiros que o incorporou ao seu receituário. Faz 10 anos quando num menú de verão apresentou um feijão com bacon e alho negro (uma fusão ibérica e japonesa). Entretanto, o chef que mais continuidade está dando ao produto se chama Manuel de la Osa, natural de Las Pedroñeras. Seu ponto de sabor agridoce está harmonizando muito bem em molhos acompanhando pescados tradicionais como o bacalhau. Também valorizou todas suas matizes num saboroso alioli de alho negro.


Para Jesús Esteban, sua principal virtude culinária se resume na “potência para aromatizar; praticamente poderia ser utilizado como a trufa, mas em nenhum caso como um alho normal que adicionamos a um guisado ou um estofado para deixá-lo num cozimento longo, já que se perderiam todas as suas propriedades”.
Além disso, combina muito bem em preparações doces e salgadas, sejam carnes, sopas, pescados, purés e massas. Também se usa na elaboração de pão e é utilizado em picles das comidas japonesas, onde aporta uma fusão de sabores entre salgado, amargo e picante.

O cozinheiro Gerardo Tris descobriu sua existência de uma forma atípica. "Vários clientes me falaram de suas propriedades, de tudo que adiciona do ponto de vista nutricional e de saúde e me incentivaram a usá-lo na cozinha".
Nas receitas que Gerardo oferece, emprega o alho negro junto com um creme de tupinambor e para elaborar uma espuma de alho negro que acompanha um bacalhau confitado. Em ambos os casos utiliza este ingrediente para incrementar e finalizar os pratos, colocando em destaque o tamanho e as características que devem ter sua presença nas receitas.

Pouca temperatura:
O cozinheiro Gerardo Tris recomenda que na hora de trabalhá-lo na cozinha "não passe dos 45 graus para não desvirtuar suas características". A ele, sobretudo, gosta de recorrer ao produto para apresentá-lo junto a pescados e mariscos, como a lagosta. "Me parece que seu sabor, com toques de alcaçuz e cítricos, se adapta muito melhor às carnes; de qualquer modo, recomendo recorrer a ele com prudência porque é muito potente e, quase sempre, para dar um toque final aos pratos".

O produtor Jesús Esteban também segue ampliando seu receituário. Uma de suas últimas provas foi preparar uma pizza de berinjela com mel de alho negro. E entre os pratos que aconselha, inclui uma salada de arroz e abacate com vinagrete desta singular liliácea; salada com framboesas e queijo de cabra alinhada com mel deste produto, que igualmente pode servir de ligação a uma banana com nozes.

O certo é que suas possibilidades na cozinha oferecem bastante versatilidade não restando dúvidas que fará parte dos menús de muitos restaurantes. Finalmente, essa planta se reinventa e através de um produto não excessivamente atrativo aos olhos, soma novos argumentos para seguir dando o que falar.


Publicado por https://www.alacartaparados.es/  em 13/01/2017

Pizza! Massa fina e crocante ou grossa e macia?

A pizza como você sabe nasceu em Nápoles e daquela bela cidade do sul da Itália chegou ao resto do país e mais tarde ao resto do mundo. Quando chegou aos Estados Unidos e se tornou popular, os americanos a converteram num produto "fast food" (comida rápida). Uma pena, mas é o que fazem com tudo, convertem em americano tudo que tocam (pizza americana) e mudam tudo adicionando todo tipo de ingredientes que pouco tem a ver com os de uma autêntica pizza.

Mas existem pizzas e pizzas. A autêntica pizza napolitana, protegida pela União Europeia, é a de massa grossa e se diferencia da que se prepara de Roma até o norte da Itália, massa muito fina e crocante.

Na Espanha por exemplo, as mais consumidas são de massa muito fina, ainda que digam que a pizza de massa grossa seja melhor fermentada, melhor trabalhada e preparada em forno de lenha e que fica mais leve e muito menos pesada para ser digerida.

Em Nápoles afirmam que a pizza é um produto muito saudável, não passa de 180 calorias a cada 100 gramas, também depende logicamente dos ingredientes usados. 

A preferira pelos napolitanos é a Margarita. A pizza napolitana foi criada em 1885 por um pizzaiolo napolitano em homenagem a Margarita de Savoya, primeira rainha da Itália. Seus ingredientes são muito poucos, três unicamente, os que representam as cores da bandeira italiana, vermelho, branco e verde, além de tomate, muçarela e manjericão.

Publicado por http://www.alacartaparados.es

O que devemos comer quando estamos resfriados

Às vezes uma boa saúde não depende de medicamentos.
Muitas vezes são necessários os antibióticos e outros tratamentos prescritos por médicos quando estamos resfriados ou temos gripe, mas alguns alimentos básicos também podem ser muito benéficos para nos sentir melhor.

Ovos:
Os ovos são ricos em zinco, o que reforça o sistema imunológico e pode nos ajudar com os sintomas do resfriado.
Existem estudos que demostram que tomar zinco dentro das 24 horas do surgimento dos primeiros sintomas pode encurtar a duração do resfriado.

Pimentão vermelho:
São muito ricos em vitamina C, o que ajudará a melhorar o sistema imunológico e assim, evitar as enfermidades. O melhor és comê-los cru, já que a cocção pode fazer perder nutrientes.
Se você não gosta dos pimentões, os morangos, o brócolis e os cítricos também são especialmente ricos em vitamina C.

Yogurte:
Os probióticos, encontrados no yogurte, são um bom aliado com as temperaturas frias porque reduzem a resposta inflamatória do corpo.
Além disso, as bactérias benéficas que contém o yogurte encurtam a duração do resfriado e reduzem a gravidade dos sintomas.

Canja de Galinha:
Sua mãe tinha razão. A canja de galinha acalma a congestão e a mucosidade. A cisteína, um aminoácido presente na carne de frango, ajuda a acalmar a tosse e o nariz tapado.
Além disso, o caldo quente também evita a desidratação e pode acalmar a dor de garganta.

Óleo de côco:
Um remédio contra a gripe. O óleo de côco contém altas quantidades de ácido láurico que potencializa a ação do sistema imune e que ao metabolizar-se tem importantes propriedades antivirais, antibacterianas e antiprotozoárias.
Também ajuda a aliviar a dor de garganta e a tosse, já que acalma e lubrifica a garganta.

Ainda que o óleo de côco tenha má fama entre algumas pessoas, porque é uma gordura saturada relacionada a enfermidades do coração, também tem efeitos benéficos como aumentar o colesterol HDL (o colesterol “bom”) e é importante para a construção de membranas celulares e hormônios.

Mel:
Não só calma a dor de garganta, como também pode melhorar a tosse tão eficazmente como os medicamentos.
O mel contém propriedades antioxidantes, antibacterianas e antimicrobianas que lutam contra os vírus, bactérias e fungos para tratar os sintomas do resfriado.


Também potencializa o funcionamento do sistema imunológico, o que reduz a gravidade do resfriado e evita que adoeça no futuro.

Chá verde ou preto:
Além de serem ricos em antioxidantes, tomar bebidas quentes pode aliviar os espirros, as dores de garganta, os calafrios e o cansaço.

Abacaxi:
Rico em vitamina C, o abacaxi é a única fonte natural de bromelina, um antioxidante. A combinação de vitamina C e bromelina pode ser muito eficaz para tratar a sinusite e a inflamação respiratória.

Publicado por http://www.alacartaparados.es

Papel Laminado de Alumínio - Uso correto

Propriedades do papel laminado de alumínio:

Todos temos papel laminado de alumínio em casa, mas nem todos sabem utilizar corretamente para tirar o máximo proveito. Seguindo esses simples conselhos você vai ver como facilita muito o trabalho.

O papel alumínio permite selar hermeticamente os alimentos e ao cozinhar, faz com que se concentrem e intensifiquem os aromas e sabores. Portanto, não exagere nos condimentos se for cozinhar em alumínio, como "a papillote" por exemplo.

O lado opaco absorve a temperatura exterior, enquanto que o lado brilhante a repele. A lógica nos diz então que ao cobrir um alimento, seja para assar ou armazenar, o lado brilhante deve ficar para dentro.

Por exemplo, se assar uma batata, a cara do papel que tem brilho para fora refletirá o calor do forno e a batata tardará muito mais tempo para cozinhar. Se usar para congelar, o princípio é o mesmo. Vale dizer que em ambos os casos envolve o produto ao contrário.

Se for utilizar para cozinhar um alimento que não contenha gordura, terá de untar um pouco o papel para que não grude.

Ao removê-lo tenha muito cuidado para não queimar-se com o vapor que poderá sair.
Se colocar diretamente um alimento envolto em alumínio sobre a grelha, corre o risco de grudar tudo e é muito difícil remover depois.

Por último, um conselho muito útil:

Se romper a casca de um ovo e seu conteúdo permanecer no seu interior, envolva em papel alumínio (lado brilhante para dentro) e poderá conservar alguns dias na geladeira. Coloque com o alumínio em água fervente para cozinhar e não haverá desperdício algum.


Escrito por http://www.alacartaparados.es em 28/09/2016

Como preparar facilmente um pescado ao vapor

A cocção ao vapor é uma técnica fácil e rápida de cozinhar, além de ser muito recomendável porque mantém a essência dos alimentos, preservando sua textura, sabor e propriedades nutritivas dos alimentos.
Peixes como a pescada, o bacalhau ou o salmão cozidos ao vapor ficam maravilhosos, além de conseguir pratos muito saudáveis de forma fácil e em poucos minutos.

A técnica consiste em aproveitar a evaporação do líquido por ação do calor até que o alimento fique pronto no ponto certo com sua própria umidade.

Como preparara:

Antes de tudo temos que limpar muito bem o pescado retirando todas as escamas e espinhas, ainda que nosso fornecedor possa fazê-lo.

Dependendo da receita, deixaremos a pele, o que a própria receita vai requerer.
Não podemos empilhar o pescado na "vaporeira", caso contrário corremos o risco de algumas partes não ficarem bem cozidas. É importante que o filé ou peça de pescado esteja plana e sem nenhum outro alimento por cima.

O tempo de cocção varia de 5 a 15 minutos, dependendo da espessura, razão pela qual recomenda-se que o cozimento seja monitorado. Quando observamos que a carne o aspecto translúcido e ficou esbranquiçada, é o momento de retirar do calor. Quanto menor o tempo de cocção e menos sucos perca o pescado, melhor se conservam seus próprios nutrientes.

É importante salgar os alimentos depois da cocção ao vapor. Desta forma, mantém melhor seu aspecto e textura. Isso se nota sobretudo com as verduras, já que o sal faz perder um pouco da coloração e amolecem durante a cocção.

No momento de servir, um toque de suco de limão, azeite de oliva ou um vinagrete leve realçarão o sabor e a textura do pescado.

Escrito por http://www.alacartaparados.es em 30/09/2016

Como você deve escolher o menu nos restaurantes

Se depois de examinar o cardápio você tiver alguma dúvida sobre algum dos pratos do menú não exite em perguntar ao garçon sobre sua composição, elaboração ou por qualquer outro dado que considerar importante, antes de aventurar-se a fazer o pedido. Faz parte do trabalho do garçon, uma vez que ele não está ali apenas para anotar pedidos. É conveniente perguntar se algum dos pratos contém algum ingrediente que não lhe agrada, que seja alérgico ao mesmo ou por qualquer outro motivo, ainda que seja só por curiosidade. É muito mais prático perguntar que deixar comer.

Se está entre convidados, deve ser o anfitrião quem pode fazer alguma sugestão, assim como indicar ao garçon de quem anotar primeiro entre seus companheiros de mesa e, obviamente, deve ser o último. Em algumas ocasiões é o anfitrião quem faz o pedido, quando os outros colegas decidiram optar por deixar-se “levar” pelas sugestões ou pelo bom gosto do anfitrião.

Se houver mulheres à mesa, elas devem ter os pedidos anotados primeiro.
Se você for um dos convidados não deve pedir os pratos mais caros, a menos que nosso anfitrião nos indique ou recomende. O certo é que peça o que mais lhe agrade ainda que não seja o mais caro.

Tampouco se deve pedir mais que dois pratos na  refeição a não ser que seja um menú degustação, já que consta de vários pratos. Se o anfitrião se inclina a pedir um determinado prato e fazendo elogios dando a entender que está recomendando que você também  peça, você pode pedir esse mesmo prato não importando quando custe. O mesmo ocorre na hora das sobremesas. Não peça  nenhum tipo de licor caro ou bebida importada a menos que o anfitrião o convide. Também é correto ouvir conselhos e sugestões do garçon sobre as especialidades da casa.