segunda-feira, 13 de junho de 2016

Os 7 Antibióticos Naturais que estão na sua Cozinha

Os antibióticos são usados para tratar infecções bacterianas e estão disponíveis desde que sob prescrição médica. Entretanto, o uso em exagerado de antibióticos leva a resistência do organismo, razão pela qual é melhor utilizar alguns remédios naturais para combater a doença e sobretudo para a prevenção e muitos desses medicamentos estão exatamente na sua cozinha. São os 7 antibióticos naturais que existem na sua cozinha e que podem ajudá-lo muito, sobretudo para prevenir doenças.

Os 7 antibióticos naturais que existem na sua cozinha

Cebola – reduz a inflamação e cura as infecções. Tem um potente composto chamado quercetina que previne o câncer. A cebola combate os radicais livres que são responsáveis pelo desenvolvimento de muitas doenças.

Alho – tem incríveis propriedades antibióticas. Os altos níveis de antioxidantes são os responsáveis de combater as bactérias e as infecções.

Repolhoum poderoso antibiótico natural que pode combater muitas doenças. Muitas pessoas não sabem, mas o repolho tem uma grande quantidade de vitamina C. Somente uma xícara de repolho proporciona 75% das necessidades diárias dessa vitamina.

Vinagre – também tem propriedades antibióticas e antissépticas. Benéfico em várias coisas, desde o controle de peso até reduzir o colesterol.

Óleo de Côco e Azeite de Orégano – a gordura milagrosa. Eles combatem diversas infecções, matam as bactérias, contêm uma grande variedade de antioxidantes. Esses azeites são excelentes para o tratamento dos resfriados e da gripe, muitas doenças que se manifestam durante os meses inverno e que são extremamente desagradáveis.

Pimenta – a especiaria que tem um forte efeito antibiótico. A melhor é a pimenta cayena, que é um dos antibióticos naturais mais eficaz.

Açafrão – outra especiaria, ainda que seja muito cara, que tem propriedades milagrosas.


Publicado em 13/06/2016 - http://www.alacartaparados.es/

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Ceviche é espanhol ou peruano?

Ceviche, o prato ícone do Perú, tão importante como a pizza italiana, a paella valenciana ou a quiche francesa. A gastronomia mundial vem se rendendo a este perfeito prato, mas a origem seria realmente peruana? Jesús Terrés coloca em dúvida e com argumentos. "A palavra ceviche vem do árabe iskebêch (escabeche), que por sua vez é um empréstimo da palavra persa que significa vinagre”. Fernando Rueda García, historiador, autor de "A Cozinha popular de Málaga e membro da Comissão Andaluz de Etnologia do Conselho Andaluz do Patrimônio Histórico coloca o assunto sobre a mesa e afirma  em Málaga, como quem discorda: “claro, ceviche é derivado de escabeche; é necessário rastrear a origem etimológica e entender a história”.


Jesús Terrés escreve sobre vinhos, estilos de vida e gastronomia no Condé Nast Traveler e Vanity Fair. Ele pode ser encontrado em GQ no blog Nada Importa e no seu polêmico Twitter @nadaimporta. Ele gosta de falar sobre bares, homens de bem e mulheres fatais. E ama a boa mesa quase tanto quanto os bons vinhos, relógios, cachorrinhos e "O Poderoso Chefão".

terça-feira, 26 de abril de 2016

Como fazer Batatas Fritas perfeitas!

Qual é a origem das batatas fritas? Francês ou Belga?
É sabido que os soldados norte americanos provaram as batatas fritas pela primeira vez depois da primeira Guerra Mundial no norte da França e Bélgica. Embora a origem seja disputada por esses dois países, as batatas fritas, sem dúvida, pertencem à cultura Belga, onde se localiza o Friet Museum em Bruges.

O segredo da dupla cocção:
Para que seja possível preparar as batatas fritas perfeitas, existe uma técnica conhecida por todos os belgas. Elas precisam ficar submersas em azeite a 130 ou 140°C durante uns 5 minutos. Em seguida serem transferidas para outro azeite mais quente, a 180ºC. Essa é a única maneira de se conseguir batatas fritas suaves, tenras por dentro e crocantes por fora.

"Baraque à Frites"
Na Bélgica e no norte da França existem produtores de comida de rua dedicados exclusivamente ao preparo das batatas fritas caseiras. São chamados de “Baraque à Frites” e vendem batatas fritas douradas e crocantes servidas em cones de papel acompanhadas de cerca de 20 tipos diferentes de molho a sua escolha.

Ingredientes para as batatas fritas perfeitas: 
Batatas (do tipo farinhosas)
Azeite de oliva
Sal

Preparação das batatas fritas perfeitas: 
Começamos descascando as batatas e cortando em forma de bastonetes. Não importa muito se as formas não ficarem perfeitas, pois o resultado será excelente. Colocamos azeite de oliva em dois recipientes diferentes e em dois fogos diferentes. Deixamos aquecer uns 10 minutos, um em fogo médio e outro em fogo alto. Se tiver um termômetro disponível, melhor para a temperatura seja mais precisa. O primeiro azeite deve aquecer a 130 ou 140°C, enquanto que o outro a aproximadamente 180°C. Com um pano de prato (de cozinha), secamos bem as batatas já cortadas para eliminar o amido das mesmas.
Colocamos cuidadosamente as batatas no primeiro azeite a baixa temperatura, mexemos um pouco para evitar que grudem. Deixamos cozinhar até que estejam com seu interior quase cozido.

Em seguida transferimos para o azeite mais quente durante 3 minutos para que fiquem douradas e crocantes por fora. Retiramos e colocamos sobre papel de cozinha para que absorva o azeite residual. Temperamos com sal fino e servimos acompanhadas do molho de preferência. Também podem ser servidas como guarnição de pratos que combinam.

Publicado pela "A la carta para dos" escrito em 17/Jan/2016.

domingo, 17 de abril de 2016

Garfo japonês, a solução para dietas pobres em sal

Não é um garfo normal e vulgar, trata-se de um garfo com sabor de sal que foi desenhado pelos pesquisadores do Laboratório Rekimoto da Universidade de Tokio. Garantem que pode ser a solução perfeita para pessoas com hipertensão ou retenção de líquidos.
Você é hipertenso, tem problemas renais, retenção de líquidos e por isso seu médico proibiu o sal na alimentação? Este garfo pode ser a solução para milhões de pessoas.

Mas, como funciona?

É um garfo que estimula os sabores de um prato sem sal através de pequenas descargas elétricas captadas pelas papilas gustativas. Através delas ele engana o sentido do sabor proporcionando uma mistura de sensações salgadas que elevam o sabor dos alimentos.


Basta apertar o botão da bateria localizado na extremidade do cabo do garfo cada vez que levamos o alimento à boca. Desse modo simples não se nota a ausência do sal e o resultado é que seguimos comendo como sempre, como se o alimento levasse sal.

Fonte: site "A la carta para dos" - http://www.alacartaparados.es.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Os pratos favoritos do Papa Francisco

Você já se perguntou quais são os pratos preferidos do Papa Francisco, Benedito XVI ou São João Paulo II? Agora você já poderá encontrar a resposta a essas e tantas outras dúvidas culinárias no livro intitulado "The Vatican Cookbook" escrito por três guardas suíços.

Alguns dos pratos favoritos dos Pontífices:

Os pratos favoritos do Papa Francisco são os clássicos "alfajores" argentinos e o doce de leite, a "colita de cuadril" (carne bovina), as empanadas de "pepperoni" e a "pizza a caballo".

Benedito XVI prefere o "Kirschenmichel", uma sobremesa alemã feita a base de pãezinhos, canela, cravo, baunilha, amêndoas e cerejas; suíno ao forno com "dumplings" (um tira gosto chinês) e salada de linguiça de Regensburg.

São João Paulo II gostava do "Pierogi", um prato polaco que consiste em massas recheadas de vegetais; "Fleischvogel", um enrolado de carne; e o "Kuchen", uma sobremesa feita a base de maçãs.

Também há algumas receitas de comida italiana e da Guarda Suíça como Porco Assado, Torres de Polenta e Frango e Tiramissù (sobremesa típica italiana). Além disso, algumas orações que rezam os guardas suíços, como a benção dos alimentos.

O livro da cozinha do Vaticano é um projeto de David Geisser, jovem guarda suíço e chef profissional; Erwin Niederberger, sargento da Guarda Suíça; e Daniel Anrig, ex comandante da instituição militar que tem como tarefa custodiar o Santo Padre.
O texto, publicado originalmente em alemão, já esta a venda em inglês. Pode ser comprado através da Amazon e da editorial Sophia.
Em declarações à ACI Prensa, Niederberger disse que a Guarda Suíça tinha o projeto de publicar um livro sobre “sua história, torná-la popular na Suíça e assim incentivar a adesão dos jovens, já que os recrutas são todos jovens”.
A ideia de escrever um livro de cozinha do Vaticano foi do Coronel Daniel Anrig, que era o então comandante da Guarda.
“Um dia, ele estava buscando informações na internet sobre os novos recrutas. Um deles era David Geisser. Anrig viu que ele já havia publicado dois bem sucedidos livros de cozinha na Suíça. Nos demos conta que tínhamos entre nós um jovem com incríveis habilidades culinárias e um talento para escrever”, contou o sargento.
Os autores apresentaram o projeto do livro a várias editoras na Suíça, Alemanha e Áustria mas muitas não se mostraram interessadas. Finalmente a editora suíça Werd and Weber decidiu aceitar.
“Desde o início não queríamos que fosse só um livro de cozinha senão um livro para mostrar aos leitores "o que há por trás da vida cotidiana no Vaticano e na vida dos próprios guardas suíços”, disse o sargento à ACI Prensa.
Assim começou o trabalho de redação. Niederberger comentou que os autores entrevistaram vários guardas suíços e pessoas importantes da Santa Sé. Também estudaram a história da Guarda e recorreram a vários lugares importantes do Vaticano.
As fotografias para o livro foram tiradas por Katarzyna Artymiak, que já havia realizado trabalhos para o calendário da Guarda.
Niederberger disse que o livro “foi todo um sucesso” e que “quando foi apresentado ao Papa Francisco e ao Papa Emérito Benedito XVI, ambos ficaram muito contentes com ele, especialmente pelos menus que selecionamos deles”.

Em 2015 o texto foi traduzido ao francês e italiano. O sargento disse que logo sairão as edições em espanhol, polonês, coreano e esloveno.

Adicionou que parte do dinheiro arrecadado com as vendas do livro será doado à campanha "One Human Family, Food for all (Uma Família Humana, Comida para todos) impulsionada por Cáritas para reduzir a fome do mundo.

Publicado por http://www.alacartaparados.es em 06/04/2016

sábado, 26 de março de 2016

Açúcar branco ou escuro. Qual é o mais saudável?

O mito é que a maior parte da população acredita de pés juntos que o açúcar escuro não passa por nenhum processo industrial, sendo portanto, mais natural e saudável para o organismo.

  Mas, qual é a realidade?

  Há toda uma polêmica sobre o consumo de açúcar branco ou escuro sobre qual é o mais saudável. Vamos tentar esclarecer as dúvidas entre estes dois produtos de elevado consumo humano.

  Açúcar branco ou escuro

  O açúcar branco em grão, o que vimos consumindo durante toda vida, consiste em sacarose cristalizada extraida da cana de açúcar ou de beterraba. Se obtém depois de um complexo processo de refino no qual se usa “compostos como sulfato de cálcio, ácido sulfúrico, hidróxido de cálcio e dióxido de carbono e servem para evitar que apareçam microorganismos ou que se formem espumas e para que o produto termine com a aparência que tanto nos agrada”, como conta Aberrón no seu blog. Mas quando o açúcar chega à mesa, daquelas substâncias não resta bem sombra.

  O que acontece então com o açúcar escuro?

  A maior parte do que se comercializa nos supermercados é, na realidade, açúcar branco recoberto com o melaço do escuro, para surpresa de todos. Também existe outro açúcar escuro que se obtém por cristalização, mas igualmente faz falta submetê-lo a um processo industrial no qual se usam hidróxido de cálcio e outros compostos. Vemos que, finalmente, a diferença entre um açúcar escuro e um açúcar branco se reduz a que o açúcar escuro contém mais proporção de minerais e adoça ligeiramente menos. Em qualquer caso, o importante é controlar a ingestão de açúcar e reduzir seu consumo ao mínimo possível, porque as estatísticas mostram que usamos em excesso e está presente em todo tipo de alimentos.


Escrito por admin em 26/03/2016 - Classificado em: nutriciónsalud

segunda-feira, 14 de março de 2016

Pizza. Quem fez a primeira?

Quem fez a primeira pizza? Na base da cultura alimentícia de todas as civilizações, de todo o Mediterrâneo, existem bolos feitos com farinha e água com várias coberturas. Para os egípcios era a “pita”; comiam todos os dias, inclusive como sobremesa com tâmaras e mel. Eles estão entre os primeiros a descobrir o segredo da fermentação.
E foi no Egito, há 6 mil anos onde nasceu o verdadeiro primeiro forno a lenha feito de argila em forma de cone e que substituía as pedras incandescentes até então utilizadas para cozinhar. Os egípcios foram os primeiros a preparar e desfrutar dela. A combinação de pizza/cerveja nasceu há 4.500 anos.

A Comissão Nacional Italiana para a UNESCO elegeu por unanimidade a pizza para ser a candidata italiana para a Lista do patrimônio cultural imaterial da UNESCO. Para ser exatos, “A arte da napolitano Pizzaiuoli”. Maurizio Martina, comentou: “A arte de Pizzaiuoli é um símbolo mundial do estilo italiano e esta denominação demonstra uma vez mais o compromisso do governo para proteger e promover, em todos los contextos do mundo, as tradições da comida italiana“. Em dezembro de 2017 será conhecido o resultado da votação.

A Pizza em números:
Na Itália, em média são preparadas todos os dias 5 milhões de pizzas e ainda que ela esteja evoluindo e cada vez mais haja mais variedades, a mais pedida é sempre a margarita (seguida da Caprichosa, e a de presunto e cogumelos). É um símbolo da identidade nacional italiana disse o presidente de Coldiretti, Roberto Moncalvo. Proporciona 100 mil postos de trabalho permanentes (além de outros 50 mil nos finais de semana). Entretanto os dados da pizza não terminaram: a pizza, de acordo com uma pesquisa da Sociedade Dante Alighieri é a palavra italiana mais conhecida em todo o mundo com 8%, seguido de capuchino (7%), os espaguetes (7%) e o café expresso (6%).
Ainda que nos últimos anos os maiores devoradores de pizza são os Estados Unidos.


Escrito por admin el día 13/03/2016 - Clasificado en: curiosidadesHistoria de los alimentospizzas.